Sessão Especial celebra 70 anos de iniciação religiosa do babalorixá Air José, líder espiritual do terreiro Pilão Prata

Para celebrar os 70 anos de iniciação do babalorixá Air José, a Câmara Municipal de Salvador, por meio do mandato do vereador Sílvio Humberto (PSB), realiza na próxima terça-feira, dia 29, às 19h, uma Sessão Especial, no Plenário Cosme de Farias. Na oportunidade, os 55 anos de fundação do Terreiro Pilão de Prata  também serão celebrados.
O evento faz parte do projeto Ancestralidade Bamgbose, no qual uma série de atividades  está sendo realizada para homenagear o líder espiritual. A primeira ação acontece nesta sexta-feira, dia 25, às 9h, na Assembléia Legislativa da Bahia – CAB.
Para Sílvio Humberto, a trajetória de vida e a luta  do babalorixá em prol do povo de axé o credencia como uma personalidade de destaque no cenário municipal.
“Pai Air tem uma história de superação e hoje se tornou uma referência nacional. Não se pode falar sobre religiões de matriz africana sem citar seu nome.  Poucos conseguem alcançar essa marca 70 anos de iniciação religiosa e 55 anos de fundação de um terreiro, com tamanha lucidez. É uma grande honra realizar essa Sessão Especial. É uma homenagem que estendemos a todo o povo de santo”, disse o socialista.
 
Sobre o Homenageado – Air José Souza é herdeiro de uma das grandes famílias do candomblé baiano, conhecida como Bamboxê Obitikô ou Bámgbósé Obítikó. Pai Air é sobrinho biológico de Caetana Sowzer, ebomi da Casa Branca e ialorixá que fundou o terreiro Lajoumim. Ela foi sua mãe de criação e quem o iniciou no candomblé para o orixá Oxaguian, que é conhecido como a face mais jovem e guerreira de Oxalá.cartao_pilao

Representação do Mandato de Sílvio Humberto resulta em assinatura de TAC entre a CM Morgado e o Ministério Público da Bahia

A assinatura do  Termo de Ajuste de Conduta (TAC) entre a empresa CM Morgado e o Ministério Público do Trabalho na Bahia (MPT-BA) foi resultado de uma representação que o vereador Sílvio Humberto (PSB) apresentou ao órgão federal, em 13 de agosto de 2014, depois de tomar conhecimento do anúncio feito pela empresa, no qual, exigia como requisito para a contratação de  recepcionistas de eventos, que as candidatas além de bonitas, tivessem ‘somente a pele branca’. Ontem, dia 15, o Ministério Público do Trabalho na Bahia (MPT-BA) divulgou a decisão.

Foto: Política na Rede

Foto: Política na Rede

“Ainda que a constituição federal trate o racismo como crime e proíba que sexo, cor e idade sejam critérios na hora de admissão, sabemos que ainda hoje, a população negra segue em desvantagem no mercado de trabalho. A CM deixou isso ainda mais nítido quando fez o anúncio da vaga. Descortinou como o racismo e o sexismo se fazem presentes na hora de contratar um profissional e justamente por isso não poderíamos deixar passar batido. É o meu dever, enquanto representante dessa cidade negra, combater todas as formas de discriminação”, disse o parlamentar socialista.

Com a assinatura do TAC, a CM Morgado deve produzir 3.500 cartilhas informativas contra assédio moral e práticas discriminatórias. A produtora ainda é obrigada a não mais publicizar nenhum anúncio de emprego que contenha exigências ilegais.  Se a empresa não cumprir as obrigações determinadas pelo ministério, terá que pagar R$ 3 mil de multa por cada item descumprido e por cada empregado prejudicado. Caso haja multa, ela pode ser revertida para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), destinada à promoção de eventos, seminários, publicação de cartilhas ou para doação de bens a entidades públicas ou privadas, informou o MPT-BA.

Representação do Mandato de Sílvio Humberto resulta em assinatura de TAC entre a CM Morgado e o Ministério Público da Bahia

Foto: Política na Rede

Foto: Política na Rede

A assinatura do  Termo de Ajuste de Conduta (TAC) entre a empresa CM Morgado e o Ministério Público do Trabalho na Bahia (MPT-BA) foi resultado de uma representação que o vereador Sílvio Humberto (PSB) apresentou ao órgão federal, em 13 de agosto de 2014, depois de tomar conhecimento do anúncio feito pela empresa, no qual, exigia como requisito para a contratação de  recepcionistas de eventos, que as candidatas além de bonitas, tivessem ‘somente a pele branca’. Ontem, dia 15, o Ministério Público do Trabalho na Bahia (MPT-BA) divulgou a decisão.

Foto: Facebook / Reprodução

Foto: Facebook / Reprodução

“Ainda que a constituição federal trate o racismo como crime e proíba que sexo, cor e idade sejam critérios na hora de admissão, sabemos que ainda hoje, a população negra segue em desvantagem no mercado de trabalho. A CM deixou isso ainda mais nítido quando fez o anúncio da vaga. Descortinou como o racismo e o sexismo se fazem presentes na hora de contratar um profissional e justamente por isso não poderíamos deixar passar batido. É o meu dever, enquanto representante dessa cidade negra, combater todas as formas de discriminação”, disse o parlamentar socialista.
Com a assinatura do TAC, a CM Morgado deve produzir 3.500 cartilhas informativas contra assédio moral e práticas discriminatórias. A produtora ainda é obrigada a não mais publicizar nenhum anúncio de emprego que contenha exigências ilegais.  Se a empresa não cumprir as obrigações determinadas pelo ministério, terá que pagar R$ 3 mil de multa por cada item descumprido e por cada empregado prejudicado. Caso haja multa, ela pode ser revertida para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), destinada à promoção de eventos, seminários, publicação de cartilhas ou para doação de bens a entidades públicas ou privadas, informou o MPT-BA.

“Agora entendo com mais clareza os porquês do sucateamento da rede pública”, declara Sílvio Humberto sobre denúncia de desvios na Secretaria de Educação.

Após reunião da bancada de oposição da Câmara de Salvador, na tarde desta segunda-feira (14), o vereador Sílvio Humberto (PSB) se mostrou satisfeito com a decisão conjunta de pedir o afastamento do secretário municipal de Gestão, Alexandre Paupério e declarou que o sucateamento das escolas municipais, falta de merendas e quadras é uma questão “má gestão dos recursos públicos”.

sh

As deliberações foram motivadas por conta da ação civil pública ingressada pelo MP-BA contra o deputado federal João Carlos Bacelar (PTN) e o secretário de Gestão, por improbidade administrativa nos convênios entre a Secretaria Municipal de Educação e a Fundação Escola de Administração (FEA), que segundo levantamentos foram desviados dos cofres públicos cerca de R$ 40 milhões, entre 2009 e 2012.

Para Silvio Humberto, que é presidente da comissão de Educação, é uma contradição Paupério continuar exercendo funções que competem à secretaria sendo alvo de investigação. “Ele é um dos elementos centrais da atual gestão, sobretudo na elaboração do orçamento,  do código de conduta e transparência. Como pode exigir probidade, fim do nepotismo dos seus ‘comandados’ e ser denunciado por improbidade?”, indagou.

Placas podem esclarecer nomes de escolas

Foto: Reginaldo Ipê

Foto: Reginaldo Ipê

Resgatar a história de Salvador, possibilitando que estudantes, professores, funcionários e outras pessoas que frequentem as escolas conheçam um pouco da vida e da trajetória da personalidade pública, data ou fato histórico que deu nome àquele equipamento público. Este é o objetivo do Projeto de Lei nº 293/15, de autoria do vereador Sílvio Humberto (PSB), presidente da Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Lazer da Câmara Municipal, que dispõe sobre a afixação de placas explicativas contendo a história dos homenageados, em escolas públicas municipais denominadas com nomes de pessoas, datas e fatos históricos.

Parafraseando a ialorixá Mãe Stella de Oxossi, membro da Academia Baiana de Letras, Sílvio Humberto argumenta: “O que não se registra vento leva”. Ele explica que o projeto se preocupa em fazer conhecer, para as gerações futuras, os grandes feitos daquelas pessoas que foram homenageadas, emprestando postumamente seus nomes a escolas públicas municipais.

Educativo

O projeto estabelece a colocação de placas explicativas, preferencialmente na fachada principal do prédio, contendo um breve resumo da história dos homenageados, em todas as escolas públicas municipais denominadas com nomes de pessoas, datas e fatos históricos.

As placas explicativas deverão possuir caráter educativo, e o breve resumo da história do homenageado deverá destacar, principalmente, suas realizações em benefício da coletividade, seja a nível internacional, nacional, estadual ou municipal.
O projeto do vereador Sílvio Humberto veda a menção, nas placas, a ideologias ou partidos políticos; a qualquer fato que possa caracterizar preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação; ao governo ou à administração municipal que determinou a afixação da placa; a qualquer fato ou pessoa que possa caracterizar a promoção pessoal de pessoa viva, ainda que indiretamente.

Assessoria de Comunicação da Câmara de Salvador

Placas podem esclarecer nomes de escolas

Foto: Reginaldo Ipê

Foto: Reginaldo Ipê

Resgatar a história de Salvador, possibilitando que estudantes, professores, funcionários e outras pessoas que frequentem as escolas conheçam um pouco da vida e da trajetória da personalidade pública, data ou fato histórico que deu nome àquele equipamento público. Este é o objetivo do Projeto de Lei nº 293/15, de autoria do vereador Sílvio Humberto (PSB), presidente da Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Lazer da Câmara Municipal, que dispõe sobre a afixação de placas explicativas contendo a história dos homenageados, em escolas públicas municipais denominadas com nomes de pessoas, datas e fatos históricos.

Parafraseando a ialorixá Mãe Stella de Oxossi, membro da Academia Baiana de Letras, Sílvio Humberto argumenta: “O que não se registra vento leva”. Ele explica que o projeto se preocupa em fazer conhecer, para as gerações futuras, os grandes feitos daquelas pessoas que foram homenageadas, emprestando postumamente seus nomes a escolas públicas municipais.

Educativo

O projeto estabelece a colocação de placas explicativas, preferencialmente na fachada principal do prédio, contendo um breve resumo da história dos homenageados, em todas as escolas públicas municipais denominadas com nomes de pessoas, datas e fatos históricos.

As placas explicativas deverão possuir caráter educativo, e o breve resumo da história do homenageado deverá destacar, principalmente, suas realizações em benefício da coletividade, seja a nível internacional, nacional, estadual ou municipal.
O projeto do vereador Sílvio Humberto veda a menção, nas placas, a ideologias ou partidos políticos; a qualquer fato que possa caracterizar preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação; ao governo ou à administração municipal que determinou a afixação da placa; a qualquer fato ou pessoa que possa caracterizar a promoção pessoal de pessoa viva, ainda que indiretamente.