Sou a favor da justiça social, diz Sílvio Humberto sobre os projetos aprovados na Câmara

Vereador foi contrário aos três últimos projetos

“Se fosse analisada a trajetória das alterações do código tributário da nossa cidade, certamente o prefeito não seria avaliado como o melhor gestor do país”. Foi com essa declaração que o vereador Sílvio Humberto iniciou o discurso, durante a sessão extraordinária na última terça-feira (19), que justificou o seu voto contrário ao Projeto de Lei que altera os Valores Unitários Padrão (VUP).

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A alteração, que na visão do parlamentar pesará no bolso do contribuinte, foi aprovada na Câmara de Salvador com 32 votos a favor e 10 votos contrários, após a incorporação de duas emendas. “Quando você olha as alterações do VUP vai sobrar para quem? O prefeito está cometendo uma grande injustiça fiscal e mantendo Salvador uma cidade IPTU dependente”, afirmou Sílvio Humberto, lembrando que a alteração do VUP terá um impacto significativo no Imposto sobre a Propriedade Predial Urbana (IPTU).

Açodamento das votações

Sem tempo para discutir em audiências públicas, Sílvio Humberto também apresentou voto contrário ao Projeto de Lei nº 634/2017, que concede benefícios para o pagamento do IPTU /TRSD, enviado à Câmara na última sexta-feira (15), mas aprovado quatro dias depois pela maioria. “O resultado é quem pode mais chorou menos, os donos de terrenos acima de 6 mil m² vão pagar pouco, não somos marionetes aqui, porque tem que ser o super homem, ter leitura dinâmica pra analisar algo que chega sexta-feira para ser votado na terça-feira, em nome de interesse de algum público, assim é o jogo da cidade, a população servindo de escada para a base se manter no mesmo lugar”, discursou o vereador

Sílvio Humberto também se posicionou contrário a Lei Orçamentária Anual que estima exatos R$7.337.138.000 de receita. De acordo com o parlamentar, a única área onde o prefeito tem sido fiel no cumprimento da peça orçamentária é a de Publicidade, que aumenta a cada ano. “Na Educação, após sucessivos anos sem reajuste para os professores, mais um orçamento é apresentado sem esta previsão, numa cidade com 80% da população negra, não se localiza um programa sério e consistente de cuidados com a saúde da população negra”, pontuou o vereador.

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